sábado, 8 de junho de 2013

A REALIDADE DA TENTAÇÃO



Mateus 4:1-11 (Lc 4:1-13; Mc 1:12, 13)



1 Então, foi conduzido Jesus pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo.
2 e, tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites, depois teve fome;
3 E, chegando-se a ele o tentador, disse: Se tu és o Filho de Deus, manda que estas pedras se tornem em pães.
4 Ele, porém, respondendo, disse: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus.
5 Então o diabo o transportou à Cidade Santa, e colocou-o sobre o pináculo do templo,
6 e disse-lhe: Se tu és o Filho de Deus, lança-te daqui abaixo; porque está escrito: Aos seus anjos dará ordens a teu respeito, e tomar-te-ão nas mãos, para que nunca tropeces em alguma pedra.
7 Disse-lhe Jesus: Também está escrito: Não tentarás o Senhor, teu Deus.
8 Novamente, o transportou o diabo a um monte muito alto; e mostrou-lhe todos os reinos do mundo e a glória deles.
9 E disse-lhe: Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares.
10 Então, disse-lhe Jesus: Vai-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor, teu Deus, adorarás e só a ele servirás.
11 Então, o diabo o deixou; e, eis que chegaram os anjos e o serviram.

O ser humano caiu em tentação pela primeira vez no Éden. Eva sucumbiu às Palavras da serpente e Adão por sua vez às de Eva. A tentação é algo que faz parte de nossas vidas. Todos nós somos tentados em alguma coisa, quer seja boa ou não. Algumas tentações são mais perigosas que outras.
No texto em questão, após o seu batismo, Jesus foi levado para o deserto para ser tentado. Ele acabara de se batizar e estava iniciando seu ministério na terra. É algo muito normal que quando iniciamos uma obra para Deus somos desestimulados e levados a tentar desistir. Muitas e muitas vezes problemas se levantam quando iniciamos a nossa vida cristã como uma maneira de nos testar e nos levar a conhecer melhor a Deus.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

EM DIREÇÃO DA IRA DE DEUS



Oseias 12:10-14




Deus prepara o golpe final contra o povo rebelde. Ele se prepara para derramar sua disciplina, não confunda com sua ira vindoura, sobre o povo que escolhera, mas que infelizmente o rejeitara.
O tom do discurso divino é de tristeza. As expressões originais dão a ideia de um momento de dor e de aflição no coração de Deus. Iniciou-se assim os preparativos para o cativeiro Assírio para Israel e Babilônico de Judá. Quanta tristeza no coração de Deus! Quanta tristeza no coração do remanescente! Quanta tristeza no coração dos verdadeiros profetas! O povo caminhou para isso por causa de seu pecado. Será que isto não está ocorrendo hoje?