terça-feira, 27 de novembro de 2012

SERÁ QUE VIVEMOS UM AVIVAMENTO?



Antonio Carlos G. Affonso

Por que tarda o pleno avivamento? (Betânia, 1985, 160 páginas) de Leonard Ravenhill e traduzido por Myrian Talitha Lins é um livro forte onde o autor procura mostrar aspectos que comprovam que o avivamento ainda não chegou.
No primeiro capítulo ele trata da unção do pregador. O autor destaca a importância da vida de oração do pregador para que a sua mensagem possa ter mais o aspecto espiritual do que intelectual. Afirma Ravenhill que o pregador não pode orar menos que duas horas por dia. É um aspecto muito importante que destaca o escritor, porém sua ênfase se prende mais na questão coletiva, o culto de oração, do que realmente no lado individual, muito embora isto fique implícito em suas palavras.

O VALOR DA COMUNHÃO

Lucas 1:39-56
39 E, naqueles dias, levantando-se Maria, foi apressada às montanhas, a uma cidade de Judá,
40 e entrou em casa de Zacarias, e saudou a Isabel.
41 E aconteceu que, ao ouvir Isabel a saudação de Maria, a criancinha saltou no seu ventre; e Isabel foi cheia do Espírito Santo,
42 e exclamou com grande voz, e disse: Bendita és tu entre as mulheres, e é bendito o fruto do teu ventre!
43 E de onde me provém isso a mim, que venha visitar-me a mãe do meu Senhor?
44 Pois eis que, ao chegar aos meus ouvidos a voz da tua saudação, a criancinha saltou de alegria no meu ventre.
45 Bem-aventurada a que creu, pois hão de cumprir-se as coisas que da parte do Senhor lhe foram ditas!
46 Disse, então, Maria: A minha alma engrandece ao Senhor,
47 e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador,
48 porque atentou na humildade de sua serva; pois eis que, desde agora, todas as gerações me chamarão bem-aventurada.
49 Porque me fez grandes coisas o Poderoso; e Santo é o seu nome.
50 E a sua misericórdia é de geração em geração sobre os que o temem.
51 Com o seu braço, agiu valorosamente, dissipou os soberbos no pensamento de seu coração,
52 depôs dos tronos os poderosos e elevou os humildes;
53 encheu de bens os famintos, despediu vazios os ricos,
54 e auxiliou a Israel, seu servo, recordando-se da sua misericórdia
55 (como falou a nossos pais) para com Abraão e sua posteridade, para sempre.
56 E Maria ficou com ela quase três meses e depois voltou para sua casa.

Este texto mostra um bom exemplo de como deve ser a comunhão dos santos de Deus e de uma família bem estruturada.
Maria e Isabel eram primas e moravam distantes uma da outra. Não sabemos exatamente onde era a casa de Isabel. O texto apenas fala que era nas montanhas e seria em uma cidade de Judá. Qualquer que seja a distância dá para imaginar uma caminhada longa. Não havia veículos motorizados, qualquer viagem durava no mínimo horas.